Qual o real impacto de determinados sinais de fake news em uma empresa? Entenda mais neste artigo da equipe FZ3.

Passagens clássicas da história são aplicáveis até hoje na cena corporativa de muitas empresas. Provavelmente, você já tenha ouvido a frase atribuída à rainha Maria Antonieta pelo senso comum. Desconectada da realidade de seu povo faminto e com falta de pão devido às más colheitas de 1789 na França, como solução, supostamente disse: “se não tem pão, que comam brioches!”. E é sobre esse tipo de concepção fake news corporativo que a equipe da FZ3 aborda neste artigo.

Segundo o autor Helge Hesse, em seu livro “A História do Mundo em 50 frases”, tal frase foi escrita por Rousseau tratando-se de um episódio ocorrido por volta de 100 anos antes. Tendo esclarecido este ponto, no entanto, nosso intuito é atentar para o fato de que muitas lideranças se acomodam com o sucesso ou legado de uma marca, ficando torpes e cegos para com a realidade.

Por exemplo, recentemente vimos um caso de uma empresa que dá sinais grotescos de atendimento aos seus indignados clientes. Mesmo com os clientes procurando reaver seus direitos na justiça ou até mesmo os próprios funcionários sinalizando as falhas operacionais, a liderança não toma medidas eficazes. Cegos pela vaidade, decorrente de uma demanda que ainda vem fácil pelo passado, posam em fotos na indústria midiática como bem sucedidos e tendo até como companhia figuras públicas de renome, em muitas delas. Nosso questionamento é: até quando?

Devemos ter cuidado para que o sucesso do passado não nos cegue e possa ser tarde para reconstruir a imagem da empresa. Assim, fica a reflexão: Tem realmente pão quente todo dia para seus clientes?